Como eu não recobrei os sentidos, fui levada para o Hospital Oswaldo Cruz, onde foi diagnosticado o rompimento de um aneurisma. Algumas horas depois, fui submetida a uma cirurgia, com 5% de chances de sobrevivência e 2% de chances de sair sem sequelas. Bem... nos 5% eu me encaixei e agora estou lutando para me encaixar nos 2%.
Hoje, cerca de 1 ano e 9 meses depois, começo a contar como foi a reabilitação, as dificuldades, o que aprendi, o que reaprendi, o que esqueci e as técnicas para levar, a cada dia, uma vida mais independente.
Algumas coisas são certas: nosso cérebro é maravilhoso e o amor das pessoas é fundamental.
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